09 Fevereiro 2010

Elvis e meu aniversário






To completando mais um ano da minha vida hoje.

E, como vocês podem ver, me dei de presente ELVIS!

08 Janeiro 2010

Feliz aniversário/Happy birthday, Elvis!

31 Dezembro 2009

2010 será o ano de Elvis

2009 está chegando ao fim e vamos dar as boas-vindas a 2010, o ano de Elvis.

Em 08 de janeiro, o eterno Rei do Rock e do meu coração completa 75 anos de nascimento.

Então, só posso desejar a todos nós dias tão lindos quanto o sorriso dele e com tanta emoção quanto as músicas que ele canta.

FELICIDADES, PESSOAL!

06 Dezembro 2009

Novidades

To relapsa demais com meus blogs. Culpa do tempo corrido e da preguiça. Então, deixem-me ir direto ao ponto, ou seja, às novidades.

Em outubro, como a maioria já sabe, casei e fiz uma homenagem a Elvis durante o casamento.

Repare só:
Este é apenas um detalhe do topo do bolo do nosso casamento. Apesar de alguns protestos iniciais e de indagações infinitas, eu simplesmente não podia deixar Elvis de fora do casamento, não é?

Você que é fã do Rei do Rock me entende. Tenho certeza!

E se você acha que parou aí está enganado. Dê uma olhada na foto completa do topo do bolo:


O que achei ainda mais legal é que na hora de fazer a tia de meu agora marido acabou fazendo com que os dois ficassem olhando pra mim, inclusive Elvis.

Ok, Elvis tinha pelo menos a mesma altura de Expe, mas achei linda a composição e todo mundo que viu achou a minha cara.

Não sei o porquê.


Mal tinha acabado de voltar das férias, casamento, viagem ao Rio e acabo me envolvendo em um Tributo a Elvis que o Yazigi resolveu fazer dia 26 de novembro. Eles nos convidaram (nós do Elvis Number One) para ajudar na organização do evento. Alguém duvida que eu topei na hora?



Agora, estamos às voltas com a organização de um evento em homenagem aos 75 anos de nascimento de Elvis em janeiro. Assim que tiver acertado tudo, eu divulgo aqui, afinal, sempre tem a chance de dar pra trás se falar antes, não é?

A data, aliás, finalmente, começou a ser levada a sério aqui no Brasil. A Editora Abril lançou uma edição especial da revista Bizz sobre os 75 anos de Elvis. Custa R$ 19,90. Corra para as bancas e vá curtir.

Quem já leu aprovou e recomenda.

E então, está esperando o quê aí?

Eu já reservei a minha na Livraria Cultura (ainda não chegou nenhum exemplar da revista em Recife).

Aliás, por falar em reserva, ando fazendo contas para ver a possibilidade de revisitar Memphis e Graceland em agosto de 2010. Se tiver milhas suficientes, eu vou. Do contrário, só em 2012. Mas isso é outra história, que fica para outro post.

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01 Novembro 2009

Elvis me persegue

Oi, gente!

Vejam só quem "apareceu" no intervalo do jogo de abertura do NBB (Novo Basquete Brasileiro), na HSBC Arena (arena do PAN 2007) hoje de manhã, enquanto eu e expe estávamos lá:

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12 Outubro 2009

Memories of the king

A correria anda tão grande por aqui que mal tenho tempo de atualizar o Aloha!

Sorry, pessoal!

A pressa do dia a dia, claro, não me impede de curtir Elvis diariamente.

Ontem, por exemplo, assisti ao DVD Memories of the King, que ganhei de presente da Andrea, nova amiga de infância fãzaça de Elvis.

O documentário é curto, com aproximadamente, uma hora... uma hora e pouco de duração e traz depoimentos de Scotty Moore, DJ Fontana, Ronnie Tutt, Joe Guercio e alguns membros dos Stamps e dos Jordanaires.

O que gostei mais em Memories of the King foi o depoimento que eles deram de como souberam da morte de Elvis. Joe, por exemplo, contou que foi uma funcionária do aeroporto onde ele estava se encaminhando com um grupo que iria trabalhar com Elvis na próxima apresentação dele que lhe contou sobre a notícia triste.

Disse que ficou bastante magoado pela forma como soube, que entendia o motivo e praticamente não consegue terminar o depoimento dele. Toda vez que ele fala sobre aquele 16 de agosto ele faz um esforço tão grande pra não se emocionar que eu é que acabo me emocionando além da conta.

Memories of the King também traz a fala de Loanne Parker, ex-secretária e viúva do Coronel Parker. É com uma declaração dela - para mim, a melhor - que termina o documentário, feito na ocasião dos 29 anos da morte de Elvis:

"Elvis tinha coragem para fazer o que gostava. Apesar das críticas, ele sempre fez o que ele acreditava ser bom para ele. Poucas pessoas no mundo são capazes de dizer que tem a coragem de fazer o que ele fez."

E ainda tem gente que não entende o porquê de Elvis ser o que ainda é mais de 30 anos depois de sua morte física.




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26 Setembro 2009

Uma tarde com o Rei do Rock

A tarde de hoje foi especialmente gostosa, mesmo sem ter saído de casa.

Na tela, Elvis pipocando por todos os lados. A primeira referência foi o filme Elvis ainda não morreu (Elvis has left the building), do diretor Joel Zwick - o mesmo de Casamento Grego, e que conta no elenco com a atriz Kim Basinger, do ator John Corbett, Denise Richards, Tom Hanks (numa participação hilária) e até o Pat Morita (isso mesmo, o inesquecível Sr. Miyagi).

Como não sou fã de covers de Elvis, eu acho engraçadíssimo o mote do filme - uma mulher que aparentemente tem a "manha" de causar acidentes involuntários ao povo que se veste igual a Elvis.

Depois emendou com a exibição de Love me tender (Ama-me com ternura) e, na sequência, resolvi assistir a um documentário que comprei ontem nas Americanas chamado Love me tender - the love songs of Elvis Presley. O documentário é narrado pela atriz Ashley Judd e faz um apanhado das baladas que Elvis fez/gravou e foram sucesso. Durante 80 minutos, aprendemos mais detalhes sobre I want you, I need you, I love you; Love me tender; Love me, As long as I have you; Witchcraft; It's now or nev
er, I'm falling in love tonight; Today, tomorrow and forever; All that I am; You don't know me; Almost in love; Are you lonesome tonight?; Can't help falling in love; I can't stop loving you; The wonder of you, Always on my mind; For the good times e What now my love.

Achei legais as histórias contadas e nem senti o tempo passar ouvindo cada uma delas. Eu não sabia, por exemplo, que Always on my mind foi gravada por 300 artistas, incluindo as
versões do Pet Shop Boys, Willie Nelson e BB King.

O problema do documentário é que quem resolveu lança-lo no Brasil esqueceu de por as legendas também nos extras. Quem não souber inglês vai perder os depoimentos que se seguem. De toda forma, é uma forma maravilhosa de se passar o tempo e um item indispensável para os colecionadores elvísticos.



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